Minha própria filosofia
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Colocar em prática
Taí uma coisa que aprendi na vida é não me importar muito com o que as pessoas dizem sobre mim. Ou melhor, importar somente com o que as pessoas que eu amo e que sei que me amam têm a dizer sobre minha pessoa. Sim, pois essas opiniões são valiosas para o meu crescimento.
Mas tem situações que só eu posso entender e reagir e que muitas vezes ninguém vai entender, até que tudo tenha terminado. É assim, ninguém está usando as minhas sandálias para poder dizer o que é melhor. Eu mesma tenho que saber.
E isso interferiu de forma dominante na minha vida. Inclusive sobre a carreira que cursei na faculdade, quando todos queriam que eu cursasse economia, só por que era boa em matemática e por que era uma carreira de futuro.
Não. Eu até tentei. Fiz dois anos e logo desisti, pois nunca consegui me identificar com o curso. Aí resolvi viajar um pouco, para poder descobrir o que eu realmente queria fazer. É duro, pois essa indecisão interna é de certa forma uma angústia existencial: o que eu quero de verdade? Mas logo encontrei o curso que me faria feliz: filosofia.
Cursei numa faculdade privada, pois achava que o perfil dos estudantes de filosofia não combinavam exatamente comigo. Tinha todo tipo de personagem que eu também não podia me relacionar. E foi na faculdade privada que encontrei meu cantinho. Fui feliz cursando os cinco anos de pura dedicação e entrega a uma carreira que eu sabia que não exerceria jamais na minha vida.
Porém a felicidade veio como um algo extraordinário que acontece a cada dia e que é quase imperceptível. Com meus óculos infantil viajei o mundo e fui muito feliz. Conheci Europa, Ásia e América em diferentes oportunidades e coloquei na prática minha própria filosofia.
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